O QUE É MEDICINA HIPERBÁRICA?

Também conhecida como Oxigenoterapia Hiperbárica, é utilizada há mais de 40 anos para tratamento de lesões ou feridas crônicas. É um procedimento realizado dentro de equipamento estanque (câmara hiperbárica), onde o paciente respira oxigênio numa concentração de 100% por um período maior que 90 minutos.

Equipamentos modernos

Dispositivos e técnicas de última geração integrados com um sistema de prontuário eletrônico.

Instalação completa

Além da Oxigenoterapia Hiperbárica, também possuímos um Centro de Tratamento de Feridas Complexas.

Profissionais Capacitados

Corpo clínico capacitado pela Sociedade Brasileira de Medicina Hiperbárica (SBMH).

Educação Continuada

Realização de Simpósios, cursos de formação e Pesquisa em Medicina Hiperbárica

DEIXE UMA SUGESTÃO OU TIRE DÚVIDAS

Convênios

O QUE É MEDICINA HIPERBÁRICA?

Também conhecida como Oxigenoterapia Hiperbárica, é utilizada há mais de 40 anos para tratamento de lesões ou feridas crônicas. É um procedimento realizado dentro de equipamento estanque (câmara hiperbárica), onde o paciente respira oxigênio numa concentração de 100% por um período maior que 90 minutos.

INDICAÇÕES DE OXIGENOTERAPIA HIPERBÁRICA

Cirurgia Geral e Gastro

1 · Isquemia da incisão cirúrgica;
2 · Infecção do sitio cirúrgico;
3 · Deiscência de incisão cirúrgica;
4 · Retocolite ulcerativa em atividade;
5 · Doenças de Crohn fistulizada;
6 · Fistulas enterocutâneas;
7 · Complicações de cirurgias orificiais;
8 · Isquemia hepática pós-transplante;
9 · Abscessos múltiplos de órgãos parenquimatosos

Feridas

1 · Infecções refratárias/germes multi-resistentes;
2 · Locais nobres e/ou de risco: face, pescoço, períneo, genitália, mãos e pés;
3 · Perda de enxerto ou retalho prévio;
4 · Fundo pálido (isquêmico);
5 · Osteomielites;
6 · Possibilidade de amputação;
7 · Presença de fistula;
8 · Ausência de sinais de cicatrização;
9 · Fundo irregular;
10 · Feridas em locais previamente comprometidos (áreas necróticas, fibróticas, isquêmicas, irradiadas, etc.);
11 · Feridas externas e/ou profundas.

Traumas

1 · Traumas isquêmicos de extremidades (esmagamentos, desenluvamentos, fratura expostas, perdas de substancias, rupturas de vasos);
2 · Traumas em locais previamente comprometidos (áreas necróticas, isquêmicas, irradiadas, etc.);
3 · Traumas em áreas nobres: (face, pescoço, mamas, períneo, genitália, mãos e pés);
4 · Traumas com infecção secundária;
5 · Progressão das lesões traumáticas iniciais;
6 · Lesões por abrasão de pele;
7 · Acidentes por agentes biológicos (esporão de arraia, mordedura de animais, etc.);

Cirurgia Plástica

1 · Queimaduras térmicas, elétricas e químicas;
2 · Ferimentos de difícil cicatrização;
3 · Enxertos e retalhos comprometidos ou de risco;
4 · Celulites, fasciítes e miosites, após cirurgias plásticas reparadores e estéticas (mamas, abdômen e lipoaspiração);
5 · Infecção necrotizante de tecidos moles após procedimentos invasivos estéticos (como injeção ou aplicação de produtos biológicos autólogos, produtos sintéticos e semi-sintéticos para preenchimentos);
6 · Deiscências de cirurgias comprometendo o resultado estético;
7 · Pacientes com alto risco de complicação (diabéticos, tabagistas, e etc.), objetivando prevenir o sofrimento tecidual;
8 · Diminuição de edemas e seromas pós-operatórios em casos selecionados.

Lesões Actinicas

1 · Dermatite actínica;
2 · Miosites actínicas;
3 · Retite actínica;
4 · Cistite actínica;
5 · Neuropatia actínica periférica;
6 · Mielite e encefalite actínicas em casos selecionados;
7 · Implantes em tecidos comprometidos.

Infecções

1 · Infecções bacterianas de partes moles: aeróbias e anaeróbias, abscedantes e/ou necrosantes (ex.: impetigo, disseminado, piodermite, gangrenosa, piomiosites, etc.);
2 · Erisipela;
3 · Micoses invasivas (actinomicose, mucormicose, etc.);
4 · Osteomielites primárias com má resposta ao tratamento;
5 · Hanseníase em casos selecionados;
6 · Otite media, externa e mastoidites de evolução crônica, otite externa maligna;
7 · Epidermólise bolhosa;
8 · Infecções bacterianas secundárias e doenças virais (varicela, herpes zoster);

Doenças Vasculares

1 · Doenças arteriais obstrutivas periféricas com feridas isquêmicas;
2 · Arteriopatias inflamatórias: tromboangeites, obliterantes, arterites por colagenoses e arterites infecciosas;
3 · “Pé Diabético”;
4 · Úlceras venosas;
5 · Linfangite associadas a lesões cutâneas;

Ortopedia

1 · Fraturas expostas em casos selecionados;
2 · Osteomielites hemotagênicas, pós cirúrgicas e pós fraturas;
3 · Artrites sépticas;
4 · Pseudartrose com ou sem infecções
5 · Cirurgia de prótese infectada;
6 · Cirurgia ortopédica infectada;
7 · Necrose asséptica de cabeça de fêmur (até Ficat II).


Blog CHB